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Cristãos do Sudão sofrem com a perseguição religiosa


Cristãos do Sudão sofrem com a perseguição religiosa

Nos últimos meses, aumentou consideravelmente o número de detenções de cristãos sem acusação no Sudão. Além de encarcerados, eles ficam incomunicáveis e sem direito à defesa.

 

De acordo com o projeto missionário Portas Abertas, Kuwa Shamal, um dos cristãos que estava preso com mais dois pregadores do evangelho, corre risco de ser sentenciado à pena de morte.

 

"Ele foi detido de novo, recentemente, por membros da Segurança Nacional e Serviços de Inteligência em Cartum, capital do Sudão", informou o MEC (Middle East Concern), que é uma associação cristã que defende os direitos humanos da igreja no Oriente Médio e Norte da África. Os outros dois cristãos, Hassan Abduraheem Taour e Abdulmonem Abdumawla Issa, ainda aguardam as acusações que serão baseadas em crimes de espionagem e ameaça à segurança do Estado.

 

Shamal é líder de missões e teve que prestar depoimentos durante longas horas à polícia sem razões óbvias para a detenção. Tanto ele quanto Taour são da região dos Montes Nuba, que fica ao Sul do país. Vale ressaltar que essa região se tornou independente desde 9 de julho de 2011. Agora, o Sudão do Sul vive em conflito com o Sudão, enfrentando insegurança em suas fronteiras por conta das negociações sobre a demarcação. Além disso, cerca de 75% das reservas de petróleo estão no Sudão do Sul, que precisa utilizar a infraestrutura do Sudão para exportar o produto. Por motivos internos, o Sudão já vive um clima tenso, e os cidadãos enfrentam inúmeras dificuldades, mas, para os cristãos, a situação é ainda mais crítica.

 

Shamal e Taour estão pagando um o preço por evangelizarem a população que é conhecida como "povos Nuba" – aqueles que lutam pela hegemonia étnica e religiosa –.

 

"Nos últimos meses, aumentou muito o número de detenções de cristãos sem acusação. Eles ficam encarcerados e incomunicáveis. Algumas igrejas também estão sendo demolidas por ordem judicial. Segundo a própria lei do Sudão, após 45 dias de prisão, o detido deve comparecer ao tribunal, mas essa lei tem sido ignorada para os casos dos seguidores de Cristo", explicou um dos analistas de Perseguição Religiosa do projeto Portas Abertas.




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